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Murillo Rennó

Especialista em Marketing, Websites e Comunicação

Como criar uma estratégia de SEO focada no público certo

É fácil olhar um relatório de SEO, ver o tráfego orgânico subindo e concluir que o trabalho está dando resultado. Mais visitas, mais impressões e mais palavras-chave posicionadas são bons sinais.

Só que existe uma informação que esses números, sozinhos, não mostram: quem está chegando ao site.

Imagine uma empresa industrial que publica um ótimo conteúdo explicando como determinado equipamento funciona.

A página começa a receber milhares de acessos, mas boa parte vem de estudantes, profissionais buscando uma definição técnica ou pessoas sem qualquer intenção de compra.

Enquanto isso, uma página muito menos acessada, sobre como escolher aquele equipamento para determinada aplicação, pode receber gestores e compradores que estão avaliando fornecedores.

As duas visitas entram no Analytics da mesma forma. Para o negócio, não têm o mesmo valor.

Isso acontece bastante em SEO. Uma palavra-chave chama atenção porque tem 2 mil, 5 mil ou 10 mil pesquisas mensais e acaba recebendo prioridade.

Só depois, quando o conteúdo já está publicado e trazendo visitas, percebemos que boa parte daquele público dificilmente se tornaria cliente.

A discussão sobre leads qualificados começa justamente aí: não basta trazer gente pelo Google se estamos trazendo as pessoas erradas.

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O que é SEO focado no público?

SEO focado no público parte de uma pergunta anterior à escolha das palavras-chave: quem a empresa quer encontrar nas buscas?

A resposta muda bastante o que merece ser produzido e até quais posições no Google realmente valem a disputa.

Pense novamente no exemplo da indústria. Se o interesse comercial está em falar com engenheiros, compradores e gestores responsáveis pela contratação, uma busca feita por esse grupo pode ser muito mais interessante do que outra dez vezes maior e predominantemente educacional. Isso não torna o volume de busca irrelevante.

Ele continua sendo uma informação importante, só precisa ser interpretado junto com quem pesquisa e com o motivo daquela pesquisa.

Na Webby, essa diferença interfere diretamente na escolha das pautas. Antes de investir tempo para disputar determinado termo, queremos saber que tipo de pessoa aquela busca tende a trazer, o que ela está tentando resolver e se existe alguma conexão com o serviço ou produto oferecido.

É assim que uma estratégia de SEO para empresas consegue sair da disputa por visitas e selecionar oportunidades que fazem mais sentido para cada negócio.

Público ou palavra-chave: por onde começar?

Na prática, não dá para separar completamente uma coisa da outra.

Uma empresa pode conhecer muito bem seus melhores clientes e ainda assim se surpreender com a maneira como eles pesquisam no Google. Termos usados internamente, nomes técnicos e até a forma como a empresa descreve seus serviços nem sempre são as mesmas expressões utilizadas por quem procura uma solução.

É aí que a pesquisa de palavras-chave fica mais útil.

Em vez de servir apenas para descobrir quantas buscas uma expressão recebe, ela mostra diferentes maneiras de procurar um assunto, ajuda a perceber intenções e revela oportunidades que talvez não estivessem no planejamento inicial.

Do outro lado, também não adianta abrir uma ferramenta, ordenar milhares de termos por volume e começar pelos maiores.

Antes de montar uma estratégia de palavras-chave, precisamos confrontar esses dados com aquilo que sabemos sobre o negócio.

Quem queremos alcançar → que problema essa pessoa tem → como ela procura → o que pretende fazer depois da busca.

A partir daí, volume, dificuldade e concorrência ganham contexto.

Uma palavra-chave deixa de ser interessante apenas porque possui muitas pesquisas e passa a ser avaliada pelo tipo de oportunidade que pode trazer para o site.

Como descobrir quem realmente interessa ao negócio

Para SEO, conhecer o público não significa criar uma ficha com idade, profissão, hobbies e uma foto de banco de imagens.

O que interessa é entender quem tem potencial para comprar, quais problemas levam essa pessoa a pesquisar e o que pesa na escolha.

Afinal, muitas vezes a diferença entre receber uma visita e gerar um cliente pelo site começa bem antes da página de contato.

Em muitos projetos, inclusive, existe mais de um público importante.

Uma indústria pode precisar aparecer para engenheiros que especificam uma solução, compradores que procuram fornecedores e gestores que aprovam o investimento.

Uma clínica pode conversar com o próprio paciente e, dependendo da especialidade, com familiares que também participam da escolha. Cada grupo pode chegar ao Google com perguntas e critérios diferentes.

Antes de pesquisar centenas de palavras-chave, vale levantar informações mais próximas da realidade comercial:

  • Quem efetivamente compra? Nem sempre é a mesma pessoa que pesquisa ou entra primeiro em contato.
  • Quem influencia a decisão? Em vendas B2B, diferentes profissionais podem participar da especificação, comparação e aprovação.
  • Qual problema levou essa pessoa a procurar uma solução? Essa resposta costuma render buscas muito mais interessantes do que simplesmente partir do nome do produto ou serviço.
  • O que ela precisa saber antes de escolher? Preço, prazo, aplicação, localização, experiência, especificações e diferenças entre soluções podem entrar aqui.
  • Quais objeções aparecem antes da contratação? As dúvidas recorrentes da equipe comercial também podem revelar boas oportunidades de conteúdo.
  • Como o cliente descreve aquilo que procura? A linguagem utilizada pelo mercado nem sempre coincide com os termos técnicos usados internamente pela empresa.

Vale olhar também para o caminho inverso: por que algumas pessoas chegam até a empresa e escolhem outra opção?

Preço pode ser uma resposta, mas dificilmente é a única. Informação insuficiente, falta de confiança, dificuldade para comparar soluções e uma proposta que não conversa com a necessidade daquele público também interferem na escolha entre uma empresa e seus concorrentes. Esse tipo de informação ajuda a descobrir assuntos que uma ferramenta de palavras-chave, sozinha, não mostraria.

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Nem toda palavra-chave de alto volume vale a disputa

Quando uma ferramenta mostra uma palavra-chave com milhares de buscas por mês, é natural prestar atenção nela. Existe demanda, existe público e, se a empresa conquistar uma boa posição, existe potencial de tráfego.

O erro está em transformar volume de busca em critério de prioridade sem entender quem compõe esse volume.

Uma indústria pode encontrar um termo amplo com 2.000 pesquisas mensais e outro, muito mais específico, com apenas 90. O primeiro talvez atraia estudantes, profissionais procurando uma definição e pessoas pesquisando por curiosidade.

O segundo pode ser usado por alguém que já conhece a solução e procura aplicação, especificação ou fornecedor.

Em trabalhos de SEO para indústrias, essa diferença pesa bastante porque uma única oportunidade comercial pode ter um valor muito maior do que milhares de visitas sem aderência ao negócio.

Isso também ajuda a explicar por que cauda longa não é sinônimo de keyword ruim.

Termos específicos costumam representar uma parcela menor da demanda, mas podem revelar com muito mais clareza o problema, a aplicação ou aquilo que a pessoa pretende encontrar.

Não significa escolher sempre a palavra de menor volume. Significa parar de usar o maior número da planilha como resposta automática.

Na hora de priorizar, gosto mais de pensar em quatro perguntas: há demanda? quem pesquisa? qual é a intenção? essa pessoa interessa ao negócio?

Depois entram dificuldade, concorrência, autoridade necessária e esforço para disputar aquela SERP. A melhor oportunidade pode estar entre os termos maiores ou menores.

O trabalho de SEO é descobrir onde essa combinação faz sentido, e não simplesmente correr atrás da keyword mais popular.

Transforme as dúvidas desse público em conteúdo

Quando começamos a entender melhor quem queremos alcançar, o planejamento de conteúdo também muda.

Em vez de procurar assuntos apenas porque um concorrente escreveu sobre eles, podemos olhar para as perguntas que aparecem antes de uma decisão e verificar quais delas ainda não estão bem respondidas no site.

Essas dúvidas costumam surgir em momentos diferentes. Por exemplo:

  • Entendimento: “como funciona?”, “para que serve?”, “isso resolve meu problema?”
  • Aplicação: “serve para o meu caso?”, “qual modelo/tipo preciso?”, “quais são as limitações?”
  • Comparação: “qual a diferença entre X e Y?”, “qual solução é mais adequada?”
  • Avaliação: “quanto custa?”, “quanto tempo leva?”, “o que preciso analisar antes de contratar?”
  • Escolha: “quem oferece?”, “como escolher uma empresa?”, “o que perguntar ao fornecedor?”

Esse levantamento rende pautas que dificilmente aparecem quando o marketing de conteúdo começa apenas por uma lista genérica de keywords.

A equipe comercial, os atendimentos recebidos, as pesquisas do próprio site, o Search Console e as SERPs podem mostrar perguntas recorrentes e até diferenças entre a linguagem da empresa e a linguagem do cliente.

Também não precisamos responder tudo dentro de um único artigo. Algumas dúvidas merecem uma página própria, outras podem complementar uma página comercial e outras formam uma sequência de conteúdos relacionados.

Quando essa organização é bem feita, o site consegue aprofundar um assunto sem produzir dez textos dizendo praticamente a mesma coisa. E manter um blog atualizado passa a ter um propósito mais claro: ampliar as respostas que a empresa oferece para o público que realmente quer alcançar.

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Onde esse público procura respostas?

O Google continua sendo central para SEO, mas a pesquisa não acontece mais em um único lugar.

Dependendo do mercado e do tipo de dúvida, a mesma pessoa pode descobrir um assunto no YouTube, comparar empresas no Google, procurar experiências em comunidades, consultar avaliações e ainda pedir ao ChatGPT uma lista de alternativas antes de visitar qualquer site.

O comportamento também muda conforme a decisão avança. Alguém procurando uma explicação rápida pode preferir um vídeo.

Para conferir a reputação de uma empresa local, Google Maps e avaliações ganham importância.

Em mercados profissionais, LinkedIn e portais especializados podem participar da pesquisa. E as ferramentas de IA já entram em perguntas mais elaboradas, comparações e recomendações.

A própria discussão sobre SEO omnicanal parte dessa distribuição das buscas por diferentes ambientes.

Isso não significa publicar em todos os canais. Uma empresa industrial com compradores e engenheiros como público provavelmente terá prioridades diferentes de uma clínica, um escritório de advocacia ou um negócio local.

O mais útil é descobrir onde aquele público realmente pesquisa, quais formatos utiliza e em quais momentos esses ambientes participam da escolha.

Essa mudança também ampliou o trabalho de SEO. Quando uma resposta pode ser encontrada sem o tradicional clique em um resultado azul, precisamos considerar como a marca é compreendida e encontrada também nas buscas feitas com inteligência artificial.

É onde SEO, GEO e AEO começam a se encontrar sem que a empresa precise transformar cada conteúdo em algo escrito exclusivamente para uma IA.

Como medir se o SEO está atraindo as pessoas certas

Posições, impressões, cliques e acessos continuam importantes.

Eles mostram se o site está ganhando visibilidade e se existe procura pelo conteúdo publicado. Mas, quando queremos avaliar a qualidade do público, precisamos acompanhar o que acontece depois que essas pessoas chegam.

Uma leitura bastante útil é observar o caminho completo:

Impressão → clique → visita → contato → lead qualificado → oportunidade → cliente

Nem todo negócio conseguirá medir todas essas etapas com a mesma precisão.

Ainda assim, cruzar dados do Google Search Console, Analytics, formulários, WhatsApp e CRM já ajuda a descobrir quais páginas e consultas estão trazendo contatos que realmente avançam.

Um conteúdo com menos acessos pode participar de mais oportunidades comerciais do que outro responsável por boa parte do tráfego do site.

É por isso que um case de crescimento do tráfego orgânico precisa ser analisado além da curva de acessos.

Quais páginas cresceram? Por quais consultas as pessoas chegaram? Houve aumento de contatos? Esses contatos tinham relação com aquilo que a empresa vende? Tráfego e posicionamento mostram uma parte do resultado; a qualidade das oportunidades mostra outra.

Para a Webby, essa leitura fica especialmente importante quando acompanhamos projetos durante períodos maiores.

Uma página que gera poucas visitas, mas aparece repetidamente no caminho de bons contatos comerciais, merece atenção.

Outra pode crescer muito e não produzir nenhum sinal parecido. É esse acompanhamento que permite ajustar pautas e prioridades sem tomar decisões olhando apenas para o número total de sessões do site.

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Como aplicar essa estratégia na prática

Depois de conhecer melhor o público, as decisões de SEO começam a sair da planilha e chegar ao site. Isso envolve escolher quais buscas merecem investimento, decidir se cada necessidade pede uma página comercial ou conteúdo informativo e organizar esses materiais para que Google, usuários e sistemas de IA entendam como os assuntos se relacionam.

Na prática, podemos organizar o trabalho desta forma:

  1. Defina os públicos prioritários. Identifique quem compra, quem influencia e quais perfis realmente têm valor para a empresa.
  2. Levante problemas e critérios de decisão. Reúna dúvidas comerciais, objeções, aplicações, comparações e perguntas recebidas no atendimento.
  3. Pesquise como essas pessoas procuram. Cruze linguagem do cliente com dados de busca, SERPs e comportamento observado no Search Console.
  4. Selecione as melhores oportunidades. Analise intenção, demanda, concorrência, dificuldade e proximidade com aquilo que a empresa oferece.
  5. Distribua cada assunto no lugar certo. Alguns termos pedem páginas de serviço ou produto; outros funcionam melhor como guias, comparativos, FAQs ou conteúdos de apoio.
  6. Conecte essas páginas. Uma boa arquitetura de site para SEO ajuda a criar relações claras entre serviços, produtos e conteúdos, enquanto os links internos conduzem usuários e mecanismos de busca para materiais relacionados.
  7. Acompanhe e ajuste. O que as pessoas pesquisam, as páginas que ganham visibilidade e os contatos recebidos oferecem novos dados para decidir o que atualizar, aprofundar ou produzir depois.

Essa execução também depende de uma base capaz de sustentar o conteúdo.

Rastreamento, indexação, velocidade, estrutura e experiência mobile continuam fazendo parte do trabalho, porque não adianta encontrar uma ótima oportunidade se problemas técnicos impedem a página de competir.

Uma auditoria de SEO técnico ajuda justamente a encontrar esses gargalos.

O resultado é um planejamento em que cada nova página tem um motivo para existir. Em vez de publicar assuntos desconectados, fica mais fácil construir uma estratégia contínua de SEO e conteúdo e decidir onde vale concentrar tempo, conteúdo e autoridade.

O que muda no SEO quando o público vem primeiro

A diferença aparece principalmente nas prioridades. Uma posição número 1 deixa de ser automaticamente mais valiosa do que uma posição número 4. Um conteúdo com 300 visitas pode merecer mais investimento do que outro com 5 mil.

E uma keyword pequena pode abrir uma oportunidade comercial que uma busca enorme jamais entregaria.

Também fica mais fácil dizer não. Não precisamos disputar toda palavra-chave do segmento, escrever sobre qualquer assunto relacionado à empresa ou produzir dezenas de conteúdos apenas para aumentar o tamanho do blog.

O site pode concentrar autoridade nos temas em que existe uma relação real entre o que o público procura e aquilo que a empresa consegue entregar.

Isso não diminui a importância de conteúdo, backlinks, SEO técnico, autoridade ou otimização on-page. Esses elementos continuam fazendo parte de uma boa otimização de sites. O que muda é onde aplicamos esse esforço.

Na Webby, essa leitura faz parte do trabalho porque lidamos com empresas de segmentos muito diferentes. Indústria, saúde, serviços profissionais e negócios locais não têm o mesmo público, ciclo de decisão ou comportamento de pesquisa.

Uma estratégia que ignora essas diferenças pode até aumentar números no relatório, mas perde justamente a oportunidade de aproximar SEO dos objetivos reais da empresa.

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Conclusão: Como criar uma estratégia de SEO focada no público certo

SEO focado no público certo não significa buscar menos tráfego. Significa entender qual tráfego vale a pena conquistar.

Quando público, intenção, demanda, conteúdo, estrutura e mensuração trabalham juntos, as decisões deixam de depender apenas da keyword com maior volume e passam a considerar quem queremos trazer para dentro do site.

A Webby trabalha com SEO desde a pesquisa e o planejamento até conteúdo, otimização técnica e acompanhamento dos resultados.

Se sua empresa já recebe visitas, mas ainda não sabe se está alcançando as pessoas certas, conheça nossa Consultoria SEO e fale com a equipe para analisarmos as oportunidades do seu site.

Perguntas frequentes sobre SEO focado no público

SEO deve priorizar tráfego ou público qualificado?

Os dois são importantes, mas tráfego sozinho não indica qualidade. O objetivo é conquistar visibilidade em buscas realizadas por pessoas que tenham alguma relação real com os produtos, serviços ou conhecimentos da empresa. Um volume menor de acessos pode ter muito valor quando traz leads qualificados e oportunidades comerciais.

Como saber se uma palavra-chave atrai o público certo?

É preciso observar além do volume de busca. Intenção, contexto da SERP, linguagem utilizada, problema pesquisado e proximidade com a decisão ajudam a entender quem provavelmente está por trás daquela consulta. Depois que a página começa a receber tráfego, dados do Search Console e os contatos gerados ajudam a confirmar ou corrigir essa leitura.

Palavras-chave com pouco volume podem gerar bons resultados?

Sim. Uma busca específica pode ter apenas algumas dezenas ou centenas de pesquisas mensais e ainda ser bastante relevante. Isso acontece especialmente quando a palavra-chave revela uma necessidade clara, aplicação específica ou intenção comercial. O volume precisa ser analisado junto com o valor daquela oportunidade para o negócio.

Como descobrir o que o público realmente pesquisa?

A pesquisa pode combinar dados de ferramentas de SEO com informações que a própria empresa já possui. Perguntas recebidas pelo comercial, formulários, conversas com clientes, pesquisas internas, Google Search Console e análise das SERPs ajudam a descobrir como as pessoas descrevem seus problemas e quais dúvidas aparecem antes da contratação.

SEO focado no público também ajuda a aparecer nas IAs?

Pode ajudar. Conteúdos que deixam claro quem a empresa atende, quais problemas resolve, suas áreas de atuação e as relações entre produtos, serviços e assuntos também oferecem contexto útil para mecanismos de busca e sistemas de IA. Por isso, SEO, GEO e AEO podem trabalhar juntos, sem que seja necessário produzir um texto artificialmente escrito “para o ChatGPT”.

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