O que uma empresa precisa fornecer para a criação de um site?
Quando começamos um novo projeto na Webby, uma das primeiras dúvidas é bem prática: o que precisamos enviar para vocês criarem o site? Algumas empresas chegam com logotipo, fotos, catálogos e bastante material organizado.
Outras têm um site antigo, algumas apresentações e todo o conhecimento sobre o negócio ainda concentrado nas pessoas que trabalham nele.
Para um projeto de criação de sites para empresas, precisamos primeiro entender o negócio, seus serviços, o público e os objetivos do novo site.
Textos finais, estrutura das páginas, pesquisa de palavras-chave e várias decisões de SEO podem ser desenvolvidos durante o projeto. O cliente conhece profundamente sua empresa; nosso trabalho também é transformar esse conhecimento em conteúdo, navegação e uma presença digital coerente com quem queremos alcançar.
O tamanho desse público ajuda a dimensionar a importância dessa preparação.
Segundo o IBGE, 90,5% dos brasileiros com 10 anos ou mais utilizaram a internet em 2025, ante 66% em 2016, chegando a 168,7 milhões de usuários.
Um site profissional hoje participa de pesquisas, comparações e decisões de compra de um público enorme. Organizar bem as informações que darão origem a ele merece atenção desde o início.
Preciso entregar tudo pronto para a agência?
Não. Se a empresa ainda não tem textos finais, todas as fotografias ou uma relação definitiva de páginas, isso não impede o início do projeto.
A arquitetura do site para SEO, inclusive, pode mudar depois do briefing, quando entendemos melhor os serviços, suas aplicações e a maneira como os clientes procuram por eles.
Vale começar pelos materiais que já estão disponíveis.
Um catálogo pode trazer uma aplicação importante de um produto; uma proposta comercial pode explicar um diferencial que nunca apareceu no site.
Em uma reformulação de site, também analisamos o conteúdo existente para identificar páginas e informações que ainda possuem valor, em vez de simplesmente descartar tudo porque o visual será renovado.

O que é importante fornecer
Algumas informações dependem de quem vive o negócio todos os dias. Não precisam chegar diagramadas ou transformadas em textos prontos. Precisam estar corretas, atualizadas e detalhadas o suficiente para orientar o projeto.
- produtos e serviços oferecidos;
- áreas de atuação e localidades atendidas;
- principais perfis de clientes;
- diferenciais e informações técnicas;
- dados de contato;
- fatos relevantes sobre a empresa;
- domínio e acessos existentes, quando necessários.
O que ajuda bastante se a empresa já tiver
Também vale procurar materiais produzidos para outras finalidades. Fotos próprias, apresentações, catálogos e documentos comerciais podem trazer informações e referências que seriam difíceis de reconstruir apenas durante uma reunião.
- logotipo e identidade visual;
- fotos da equipe, estrutura, produtos e trabalhos realizados;
- vídeos;
- apresentações e catálogos;
- cases, avaliações e certificações;
- fichas e documentos técnicos;
- referências visuais que ajudem a explicar preferências.
Uma boa etapa de planejamento do website ajuda a descobrir o que está faltando. Se ainda não existem boas fotografias, podemos identificar o que realmente precisa ser produzido. Se a identidade estiver pouco documentada, isso aparece antes de começarmos a tomar decisões de layout.
O que a agência deve ajudar a definir
O cliente não precisa chegar sabendo estruturar um site. Arquitetura, conteúdo, experiência de navegação, responsividade, metadados e decisões técnicas fazem parte do desenvolvimento.
A pesquisa de palavras-chave pode revelar, por exemplo, maneiras de procurar um serviço que não aparecem no vocabulário interno da empresa.
A partir disso, conseguimos avaliar páginas, conteúdos e prioridades sem esperar que o cliente já conheça SEO ou saiba traduzir sua atuação para o comportamento de busca.
Em projetos atuais, ainda precisamos deixar as informações claras para mecanismos de busca e sistemas de IA entenderem quem é a empresa, o que ela oferece e sobre quais assuntos possui autoridade.
O trabalho de SEO para IA e ChatGPT entra nesse planejamento sem transferir para o cliente a obrigação de conhecer cada técnica envolvida.
Informações sobre a empresa

Um texto institucional antigo pode ajudar, mas normalmente precisamos ir além dele.
Tempo de mercado, estrutura, especialidades, equipe, unidades, certificações, capacidade de atendimento, localidades atendidas e números relevantes dão material muito mais concreto para apresentar a empresa do que repetir “qualidade”, “excelência” e “compromisso”.
Em um site para indústria, máquinas, processos, capacidade produtiva, aplicações e setores atendidos podem ser decisivos para um comprador técnico.
Em outros negócios, pesam mais equipe, localização, experiência acumulada, avaliações ou trabalhos realizados. O ponto é descobrir quais fatos ajudam alguém a entender por que aquela empresa merece ser considerada.
Catálogos, apresentações, propostas, PDFs e fichas técnicas também costumam guardar informações que nunca chegaram ao site.
Esse material ajuda a sustentar experiência, atuação e conhecimento real da empresa, além de fornecer uma base melhor para páginas institucionais, produtos, serviços e conteúdos.
Produtos e serviços
Uma lista com o nome dos produtos ou serviços já ajuda, mas raramente é suficiente para planejar o novo site.
Precisamos entender o que a empresa realmente entrega, quais soluções são mais importantes comercialmente, como elas se dividem e que diferenças existem entre uma contratação e outra. Em alguns projetos, essa conversa revela páginas que nem estavam previstas inicialmente.
Isso acontece bastante quando a empresa reúne várias aplicações sob um único nome.
Um fabricante pode vender o mesmo equipamento para setores diferentes; uma empresa de engenharia pode executar projetos, instalações e manutenção; uma clínica pode oferecer especialidades com públicos e necessidades completamente distintos.
A forma como essas informações serão organizadas interfere diretamente em como estruturar um site institucional que explique bem a atuação da empresa.
Também é importante indicar quais produtos ou serviços são prioritários, quais possuem maior procura, quais a empresa pretende desenvolver comercialmente e quais exigem uma explicação mais técnica.
Quanto mais específico, melhor
Em vez de fornecer apenas “manutenção industrial”, por exemplo, é muito mais útil explicar o que é atendido, quais equipamentos entram no serviço, se existe manutenção preventiva e corretiva, regiões atendidas e situações em que o cliente costuma procurar a empresa.
Esses detalhes ajudam a descobrir oportunidades de busca.
O trabalho de SEO para sites novos começa melhor quando conhecemos o serviço de verdade, porque podemos pesquisar termos, dúvidas e intenções relacionadas às soluções reais da empresa, em vez de montar toda a estratégia em torno de poucas palavras genéricas.
Público e clientes que a empresa quer alcançar

Saber quem queremos trazer para o site influencia desde a linguagem até a organização das páginas.
Uma indústria que vende para compradores técnicos precisa apresentar informações diferentes de uma empresa que atende diretamente o consumidor.
Mesmo dentro de um negócio B2B, quem pesquisa pode ser engenheiro, comprador, gestor ou proprietário, e cada pessoa chega com dúvidas diferentes.
Esse é um ponto em que informações comerciais ajudam muito.
Quais clientes costumam gerar os melhores projetos? Quem normalmente faz o primeiro contato? Quem influencia a contratação? Existem segmentos que a empresa quer conquistar mais?
Uma estratégia de SEO focada no público certo permite cruzar essas respostas com intenção de busca, demanda e oportunidades de conteúdo, em vez de perseguir tráfego simplesmente porque determinada palavra-chave possui volume alto.
A área de atendimento também precisa ficar clara.
Uma empresa pode atuar apenas em Sorocaba e cidades próximas, trabalhar em todo o estado de São Paulo ou vender para o Brasil inteiro.
Essa abrangência interfere no conteúdo e nas páginas necessárias.
Quando existe atuação regional, por exemplo, podemos avaliar oportunidades de SEO local sem criar dezenas de páginas artificiais apenas para repetir nomes de cidades.
Diferenciais e provas reais

Quando perguntamos pelos diferenciais da empresa, respostas como qualidade, atendimento personalizado e compromisso aparecem bastante.
O problema é que praticamente qualquer concorrente pode dizer a mesma coisa.
Para o site, precisamos encontrar fatos que mostrem por que aquela empresa merece entrar na comparação e o que sustenta a confiança de quem está pesquisando.
Tempo de mercado, quantidade de projetos realizados, equipe própria, estrutura física, certificações, tecnologias utilizadas e cases reais ajudam muito mais. Se a empresa possui avaliações de clientes, também vale reuni-las.
Na própria Webby, mantemos uma página com nossos depoimentos de clientes, porque a experiência de quem já contratou acrescenta uma prova que dificilmente seria substituída por um texto institucional.
Algumas informações valem uma busca antes mesmo de começar a escrever:
- números comprováveis, como anos de atuação, projetos ou clientes atendidos;
- certificações, registros e qualificações;
- avaliações e depoimentos;
- clientes ou marcas que possam ser divulgados;
- resultados concretos alcançados;
- estrutura, equipamentos ou processos próprios.
Projetos realizados também cumprem esse papel.
Uma empresa de arquitetura, indústria, tecnologia ou construção pode ter trabalhos que expliquem sua capacidade melhor do que vários parágrafos institucionais.
É a mesma lógica que usamos em nosso portfólio de sites desenvolvidos: quem está avaliando a empresa consegue ver exemplos reais antes de entrar em contato.
Essas provas aumentam a credibilidade do conteúdo. Em vez de apenas dizer que existe experiência, o site passa a mostrar fatos, trabalhos, qualificações e sinais que sustentam essa afirmação. Para quem está comparando fornecedores, esse conjunto pode pesar bastante na decisão.
Logotipo e identidade visual
Se a empresa já possui uma identidade definida, vale enviar o logotipo na melhor qualidade disponível, preferencialmente também em formato vetorial.
Cores, fontes, manual da marca, apresentações, embalagens e materiais impressos ajudam a entender como a empresa já se apresenta e quais elementos precisam continuar reconhecíveis no novo site.
Essa identidade precisa funcionar bem na tela.
Tamanho do logotipo, contraste, tipografia, botões, espaçamentos e hierarquia visual precisam continuar claros no desktop e, principalmente, no celular.
É aí que entram decisões de UX e experiência do usuário, porque reproduzir exatamente um catálogo ou apresentação comercial nem sempre resulta em uma boa interface.
Também precisamos olhar para o peso dessas escolhas.
Fontes em excesso, arquivos de imagem enormes e elementos gráficos desnecessariamente pesados podem prejudicar o carregamento.
Em um site moderno, visual e usabilidade precisam conversar com velocidade, responsividade e facilidade de navegação. A própria performance de um site WordPress pode ser afetada por decisões aparentemente simples tomadas durante o design.
Se a empresa ainda não possui um manual completo, isso não impede o desenvolvimento.
Precisamos descobrir cedo o que já está definido e o que ainda exige uma decisão. Assim evitamos chegar ao layout com versões diferentes do logotipo, códigos de cores conflitantes ou fontes sem identificação.
Fotos, vídeos e outros materiais
Fotos próprias ajudam bastante a aproximar o site da realidade da empresa. Fachada, equipe, estrutura, produtos, equipamentos, projetos concluídos e serviços sendo executados podem mostrar em poucos segundos coisas que seriam difíceis de explicar apenas com texto.
Para uma indústria, máquinas e processos podem ser relevantes.
Uma clínica provavelmente terá mais interesse em ambientes e equipe. Empresas de engenharia, arquitetura e construção costumam ter bastante material de projetos realizados. Essa seleção interfere na percepção visual e na forma como construímos sites personalizados para empresas.
Antes de enviar centenas de arquivos, ajuda separar:
- fotos em boa resolução e sem filtros excessivos;
- imagens de produtos, estrutura, equipe ou serviços;
- vídeos institucionais ou demonstrações;
- projetos e trabalhos que podem ser publicados;
- catálogos, apresentações e outros materiais visuais.
Nem toda imagem precisa ser profissional, mas fotos muito escuras, pequenas ou recebidas várias vezes pelo WhatsApp costumam limitar bastante o uso. Arquivos enormes também precisam ser tratados. A otimização das imagens e do carregamento ajuda a equilibrar qualidade visual e velocidade, principalmente no celular.
Sites de referência e concorrentes

Referências são úteis porque transformam preferências abstratas em algo que conseguimos discutir.
Em vez de dizer apenas “queremos um site moderno”, a empresa pode mostrar dois ou três exemplos e explicar o que chamou sua atenção: organização, tipografia, uso das imagens, menu, apresentação dos produtos ou alguma funcionalidade específica.
Os concorrentes têm outra função.
Analisar como empresas do mesmo mercado apresentam serviços, conteúdos e informações ajuda a enxergar padrões e oportunidades. Isso não significa copiar estrutura ou visual.
Quando explicamos o papel de um site profissional para a empresa, a coerência com o próprio negócio é justamente uma das diferenças entre um projeto pensado e um modelo genérico.
Vale mandar referências mesmo quando a empresa não gosta delas.
Saber que determinado estilo parece carregado, que uma navegação é confusa ou que certo tipo de apresentação não combina com a marca também orienta o projeto.
Domínio, hospedagem e acessos

Se a empresa já possui um site, precisamos saber onde o domínio está registrado, quem administra a hospedagem e quais acessos estão disponíveis. Isso evita descobrir essas informações somente na hora de publicar o novo projeto.
O domínio merece atenção especial. Ele é um ativo da empresa e deve permanecer registrado em nome do responsável correto. No conteúdo sobre criação de site com domínio próprio, explicamos melhor por que esse controle não deveria ficar perdido em contas de antigos fornecedores.
Para um site existente, normalmente verificamos:
- acesso ao domínio;
- hospedagem ou servidor atual;
- WordPress ou outro CMS;
- contas relacionadas ao Google;
- informações sobre e-mails corporativos, quando envolvidas na migração.
Nem todos esses acessos precisam ser enviados logo no primeiro dia. Eles são solicitados conforme o projeto avança. Também avaliamos a infraestrutura existente, porque uma hospedagem ou servidor lento pode prejudicar o novo site mesmo que o desenvolvimento esteja bem executado.
Se houver dúvidas sobre o ambiente atual, isso pode ser levantado tecnicamente. O cliente não precisa saber como o servidor funciona nem identificar sozinho cada configuração necessária.
Contatos e informações operacionais
Telefone, WhatsApp, e-mail, endereço e horário de atendimento parecem informações simples, mas precisam ser conferidos antes da publicação. Sites antigos frequentemente carregam números desatualizados, endereços anteriores ou e-mails que já não são acompanhados pela equipe.
Também precisamos saber qual contato deve receber cada tipo de solicitação.
Um orçamento pode ir para o comercial enquanto currículos seguem para RH. Em uma empresa com várias unidades, cada endereço pode ter telefone e horário próprios.
Quando o WhatsApp é um canal comercial importante, vale planejar onde ele realmente ajuda na navegação.
Formulários também precisam pedir informações suficientes para qualificar o contato, sem criar uma barreira enorme antes do envio.
Dados locais merecem cuidado extra. Empresas que recebem clientes presencialmente ou atendem uma região específica podem aproveitar melhor sua presença no Google quando site, endereço e demais informações estão consistentes.
Nosso conteúdo sobre como aparecer no mapa do Google aprofunda essa relação entre site e presença local.
Funcionalidades necessárias
Nem todo site precisa das mesmas funcionalidades. Uma empresa pode querer principalmente receber pedidos de orçamento, enquanto outra precisa apresentar centenas de produtos, divulgar projetos ou direcionar visitantes para diferentes unidades. O ideal é definir os recursos pela necessidade real do negócio.
- Botão de WhatsApp: facilita o contato de quem já está interessado e quer conversar rapidamente com a empresa. A posição e a frequência dos botões precisam favorecer o contato sem transformar cada tela em uma coleção de chamadas.
- Formulário de contato ou orçamento: permite coletar informações antes do atendimento. Nome, empresa, serviço procurado, cidade e outros campos podem ajudar o comercial a receber um lead mais contextualizado, mas formulários enormes também podem afastar quem só queria fazer uma pergunta.
- Portfólio ou projetos realizados: fotos, descrições e resultados ajudam o visitante a enxergar o que a empresa realmente faz. Em vários segmentos, um bom portfólio pode ser uma das áreas mais importantes do site.
- Catálogo de produtos: empresas com muitas linhas, modelos ou aplicações podem precisar de uma estrutura própria. Nem todo catálogo precisa virar uma loja virtual; às vezes o objetivo é permitir que o visitante encontre o produto certo e solicite uma cotação.
- Blog ou área de conteúdo: pode responder dúvidas dos clientes, aprofundar assuntos relacionados aos serviços e criar novas oportunidades de entrada pelo Google. Com estratégia, manter um blog atualizado amplia os assuntos pelos quais a empresa pode ser encontrada.
- Mapas e localização: são especialmente úteis para clínicas, escritórios, lojas, indústrias e negócios que recebem pessoas presencialmente. Endereço, rota e unidade correta precisam estar fáceis de encontrar, principalmente pelo celular.
- Integrações com outros sistemas: CRM, automação, plataformas de atendimento, agendas e outros sistemas podem evitar trabalho manual e aproximar o site da operação da empresa.
- Área de notícias ou novidades: faz sentido quando a empresa realmente possui informações para publicar, como eventos, lançamentos, projetos, comunicados ou conteúdos técnicos. Criar uma área dessas para deixá-la abandonada durante anos acrescenta pouco.
A lista muda bastante de uma empresa para outra. Até a escolha entre site institucional, e-commerce ou landing page depende do que a empresa pretende oferecer e do comportamento esperado de quem chegar até ela.
O que a empresa não precisa entregar pronto?
A empresa não precisa contratar uma agência já sabendo quantas páginas o site terá, quais palavras-chave serão trabalhadas, como organizar o menu ou onde cada informação deverá aparecer.
Essas decisões surgem do conhecimento sobre o negócio somado à pesquisa e ao planejamento.
Também não cabe ao cliente definir sozinho arquitetura, SEO, experiência de navegação, hierarquia do conteúdo, responsividade ou aspectos técnicos. Um bom planejamento de SEO profissional ajuda a transformar serviços, públicos e objetivos comerciais em uma estrutura que também possa ser encontrada nas buscas.
O conteúdo segue a mesma lógica. O cliente fornece o conhecimento que só ele possui sobre a empresa; a agência organiza essas informações, pesquisa o comportamento de busca e trabalha conteúdo e tráfego orgânico de forma integrada ao site.
Essa estrutura precisa funcionar em diferentes telas.
Segundo dados da Semrush referentes a julho de 2026, 71,38% das 5,33 bilhões de visitas estimadas ao Google no Brasil vieram de dispositivos móveis. É um bom exemplo de por que responsividade e experiência mobile precisam fazer parte do desenvolvimento desde o início.
Perguntas frequentes
Preciso ter os textos prontos para criar um site?
Não. A empresa precisa fornecer informações confiáveis sobre o negócio, produtos, serviços, público e diferenciais. A organização e produção dos textos podem fazer parte do projeto. Começar simplesmente copiando textos antigos pode transportar para o novo site problemas que já existiam no anterior.
Preciso ter domínio e hospedagem antes de contratar a agência?
Não necessariamente. Se já existirem, é importante informar onde estão registrados e quem possui os acessos. Se ainda não existirem, a definição pode acontecer durante o projeto. O importante é que o domínio permaneça sob controle da empresa e que a hospedagem seja adequada às necessidades do site.
E se minha empresa não tiver fotos profissionais?
Isso não impede o início. Primeiro avaliamos quais imagens realmente serão necessárias. Dependendo do segmento, pode valer a pena produzir fotos próprias da equipe, estrutura, produtos ou projetos; em outras áreas, parte do material pode ser complementada de outra maneira.
O cuidado com as imagens também faz parte de melhorar um site empresarial, porque qualidade visual, velocidade e credibilidade se encontram nesse ponto.
Quanto material preciso enviar para começar?
Não existe uma quantidade mínima de arquivos. Uma empresa pode ter dezenas de catálogos e ainda deixar informações importantes de fora, enquanto outra consegue explicar muito bem sua operação com uma apresentação comercial e uma boa conversa. O que importa é reunir material relevante, não simplesmente muito material.
Quem deve fornecer o conteúdo do site?
É um trabalho compartilhado. A empresa conhece detalhes que uma agência não poderia inventar, enquanto a equipe responsável pelo projeto sabe como pesquisar, selecionar e organizar essas informações para a web.
Essa divisão ajuda a aproximar o que a empresa precisa comunicar de aquilo que o cliente procura. Um site otimizado para gerar resultados precisa considerar os dois lados.
Quanto tempo leva para reunir os materiais e iniciar o projeto?
Depende principalmente de quanto a empresa já possui organizado e de quantas pessoas participam das aprovações. Muitas vezes, não é necessário esperar todos os materiais ficarem prontos para começar o planejamento.
Definir uma pessoa responsável por centralizar informações, tirar dúvidas e aprovar etapas costuma agilizar bastante o processo e evita receber orientações diferentes de vários setores da empresa.
Começar bem facilita todo o projeto
A empresa não precisa chegar à primeira reunião com uma pasta perfeita e todas as decisões tomadas.
Precisa compartilhar aquilo que conhece melhor: seu negócio, seus clientes, seus produtos, sua experiência e seus objetivos. A partir daí entram pesquisa, organização, conteúdo, design e desenvolvimento para transformar essas informações em um site.
Na Webby, fazemos isso desde 2012 e já desenvolvemos mais de 800 projetos para empresas de diferentes segmentos.
Se sua empresa está planejando um novo site ou precisa substituir um projeto antigo, conheça nosso trabalho com criação de sites profissionais e fale conosco para entendermos o que você já possui, o que ainda falta e como podemos conduzir as próximas etapas.






